segunda-feira, 4 de julho de 2011

Terapia de casal: o caminho para a união e o respeito.

Algumas dicas para deixar de ser idealista e ser realista, quando o assunto for sobre o casamento:
  • Imaginar que o cônjuge sempre sabe o que você pensa, que ele adivinha, que tem bola de cristal.
  • Querer que tudo seja compartilhado, que a outra pessoa não tenha uma vida privada que um precisa saber tudo do outro.
  • Pensar que discussões são sempre ruins.
  • Ficar esperando que a outra pessoa nos faça feliz, que nos apóie, ajude, dê uma força para atingirmos nossos próprios objetivos.
 Para não tornar um pesadelo... segue as dicas.

Baixa auto-estima, o que é isso?

    Segundo, o psicanalista Flávio Gikovate, disciplina, ética e a certeza de que se está agindo de acordo com valores pessoais são atitudes essenciais para desenvolver o amor-próprio.
   De acordo com o psicanalista em uma entrevista de uma determinada revista, a auto-estima nada mais é que um juizo, um julgamento que faço a meu respeito(...) A auto-estima ficará em baixa se eu agir em desacordo com meus prórpios valores.
   Exemplo: "Se eu me propuser, a parar de fumar e não parar, isso baixa auto-estima. Se decidir fazer ginástica todos os dias e honrar o que combinei comigo mesmo, isso me deixa com boa auto-estima. Quando minha razão se opõe às vontades e a disciplina ganha, minha auto-estima cresce."
   Ainda completa " A baixa auto-estima torna as pessoas ciumentas e dominadoras, atitudes que associamos a quem nos parece mais egoísta. Elas gostam de botar banca, mostras que estão ótimas, que se adoram e são superfelizes. Essas pessoas toleram mal as frustações e as inevitáveis dores da vida."
   Por isso a terapia comportamental é tão importante nestes casos, no qual a baixa auto-estima é um dos principais sinais da depressão, nisso a terapia ajuda elevar e proporcionar ao indivíduo a autoconfiança aliada necessária a felicidade.

domingo, 3 de abril de 2011

Expressão Corporal

Se o corpo é a expressão da alma, o amor expressa-se também através do corpo. As expressões corporais de carinho têm sentido quando há um verdadeiro amor entre as pessoas. Não basta a atração física ou o simples enamoramento afetivo, deve haver pelo menos um começo de amor conjugal. Então é verdade que essas carícias são expressão de amor.
Se não, do que são expressão é da fome de prazer ou de afecto. E o outro não vive como uma pessoa a quem me entrego, mas como um objecto que satisfaz o meu apetite sexual, do mesmo modo que um caramelo satisfaz o gosto. Quando se usa outra pessoa desta maneira, não a amamos, nem sequer a respeitamos, porque se utiliza a sua intimidade.
A utilização sexual rebaixa irremediavelmente a pessoa, precisamente porque não pode deixar de afetar a sua mais profunda intimidade. Uma vez que o sexo é expressão da nossa capacidade de amar, toda a utilização sexual chega ao mais íntimo e implica a totalidade da pessoa espiritual. O próprio facto de usá-la como objecto já é uma falta de respeito para com a sua pessoa, do mesmo modo que se se usasse o seu corpo para proteger-me dos disparos que outro me pudesse fazer. Isso vai contra a sua dignidade. A experiência indica depois quando algo é expressão de carinho ou simples fome de prazer. Se é simples fome de prazer, é mau, porque estou usando, não amando.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Fortalecendo auto-estima.





Para amar e ser amada

  • ·         Abra mão da perfeição;
  • ·         Reclame menos;
  • ·         Não julgue os outros;
  • ·         Aceite as diferenças;
  • ·         Não seja critica;
  • ·         Alimente o seu sentimento;
  • ·         Cuide dos sentimentos dele;
  • ·         Deslumbre-se com a vida;
  • ·         Saiba ouvir com carinho;
  • ·         Aprenda a pedir com afeto;
  • ·         Largue mão de estar sempre com a razão;
  • ·         Peça desculpas;
  • ·         Deseje o possível;
  • ·         Arrisque-se para ganhar;
  • ·         Não desanime quando perder;
  • ·         Não guarde rancor;
  • ·         Acredite no amor.

“A baixa auto-estima torna as pessoas ciumentas e dominadoras, atitudes que associamos a quem nos parece mais egoísta. Elas gostam de botar banca, mostrar que estão ótimas, que se adoram e são superfelizes. Essas pessoas. Toleram mal as frustações e as inevitáveis dores  da vida”.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Falando de Sexualidade.

A terapia sexual é um conjunto de recursos terapêuticos sistematizados a partir de diferentes abordagens psicoterápicas (comportamentais, cognitivistas, corporais e outras) que apresenta uma estrutura baseada nos princípios básicos da terapia breve/focal, por considerar como objetivo primário o tratamento de um sintoma de ordem sexual - disfunção ou a inadequação sexual. A terapia breve enfatiza o foco e os objetivos.


A tarefa central da terapia sexual é identificar a presença do padrão desaptativo e proporcionar percepção profunda da dinâmica da situação, bem como orientação específica sobre meio de superar o problema.

A procura pela terapia sexual é indicada quando o indivíduo percebe que seu funcionamento sexual encontra-se comprometido por algum fator inibidor do pleno exercício de sua sexualidade. O principal questionamento engloba pensar como você se sente em relação à sua sexualidade.

Uma educação repressora, mitos e crenças populares sobre sexo x sexualidade, podem influenciar em como você lida com tais questões, acarretando um comprometimento na sua resposta sexual.

Não existe certo tampouco errado na conduta sexual desde que o casal esteja de acordo com o estão dispostos a vivenciar. Muito se fala sobre frequência, tempo da relação sexual, posições, prelimirares, etiqueta sexual, porém fundamentalmente quem deve decidir o que quer que seja feito na cama é o casal naquele momento. O que vai direcionar para um bom desempenho sexual, cercado de sensações prazerosas e intimidade, é a parceria que se estabelece naquele momento do ato sexual. Não devemos esquecer que a comunicação franca possibilita ajustes na hora H que podem trazer mitos ganhos em relação à obtenção de prazer.

Psicologia Organizacional e do Trabalho

O psicólogo do trabalho é um profissional que "exerce atividades no campo da psicologia aplicada ao trabalho, como recrutamento, seleção, orientação, aconselhamento e treinamento profissional, realizando a identificação e análise das funções, tarefas e ocupações, organizando e aplicando testes e provas, realizando entrevistas, sondagens de aptidões e de capacidade profissional e no acompanhamento e avaliação de desempenho de pessoal, para assegurar às empresas ou por quem quer que se dêem as relações laboratoriais, a aquisição de pessoal dotado das habilidades necessárias, e ao indivíduo maior satisfação no trabalho".