quinta-feira, 5 de julho de 2018

A busca da identidade no trabalho.

Ainda assim, o autoconhecimento é, de fato, o primeiro grande passo para a construção de uma carreira sólida e promissora, e auxilia qualquer um, não apenas na vida profissional, mas também em sua conciliação com o lado pessoal, familiar e social.
A vida não é diferente. O impulso que nos faz acordar a cada dia e enfrentar nossa rotina e dificuldades é o mesmo que impele o herói ao final de sua jornada: conhecer a si mesmo. Como seres humanos, temos o potencial de conhecer e avaliar nossas pró-prias necessidades, encontrar os instrumentos que nos permitem realizar coisas e enfrentar nossos medos e receios, sabendo de nossas limitações e lançando mão de nosso potencial da melhor forma possível.
Qual é o seu perfil? Até que ponto realmente nos conhecemos? Como saber como iremos reagir a situações com as quais sequer nos deparamos ainda? Existe um modo de antecipar nossas fraquezas e fazer uso de nossos pontos mais fortes antes mesmo que surjam e se apresentem os desafios? É claro que temos uma ideia aproximada a respeito de nosso eu interior, mas muitas vezes nos mostramos para o mundo de um modo completamente diferente do que supomos. Para entender como nos portamos em relação ao mundo e aos demais, precisamos nos conhecer mais a fundo, saber prever nossas ações e reações, lidar com medos e ansiedades, maximizar potenciais e capacidades e, sobretudo, admitir e aceitar nossos pontos fracos e trabalhar na melhoria e avanço dos pontos fortes que possuímos. O estudo de seu próprio perfil, rumo ao autoconhecimento, começa com constatações básicas a respeito de seus gostos e preferências. Há pessoas, por exemplo Autoconhecimento : o fundamento para se desenvolver, que não toleram enfrentar rotinas que fujam do horário comercial, enquanto outros preferem ter um horário mais flexível e não se importam de trabalhar à noite, ou mesmo em fi nais de semana. Algumas pessoas possuem um perfil mais problemático em relação à chefia, outros precisam de ordens e regras claras para poder trabalhar e desenvolver seu potencial. Há ainda pessoas que não têm grande destaque social, mas são capazes de realizar feitos inimagináveis quando sozinhas e isoladas, outras pessoas precisam de um convívio frequente com os demais, e se veem deprimidas quando são jogadas em posições de isolamento e distância.
Todos nós somos diferentes e reagimos de modo, muitas vezes, paradoxal. Essa espécie de autoavaliação é o que permite a você, ainda na idade mais tenra, escolher não apenas a profissão que seguirá, mas também o tipo de emprego e trabalho que pretende ter, assim como definir como é a evolução ideal para sua carreira, de modo a poder fazer as escolhas certas dentre as muitas oportunidades que surgirão ao longo do caminho.

A parte mais complexa do autoconhecimento é a definição de um perfil comportamental. Somente podemos prever nossas reações quando sabemos de fato quais são as tendências de comportamento que estamos propensos a assumir, nas mais variadas condições e situações. O autoconhecimento envolve muita leitura e estudo, mas também um grande desprendimento por parte do profissional. Não há lugar para preconceitos e posições assumidas de antemão, é preciso deixar que suas características e sentimentos possam fluir livremente. 


E o amor vem?

O que você faz enquanto o amor não vem? Em algum lugar no fundo de sua mente você sabe e espera que chegue o dia em que o relacionamento que você tem agora se torne o grande amor que você sempre esperou. Ou que, um dia, apareça alguém que preencha seu desejo de amor. Porém, a pergunta permanece: o que você vai fazer nesse meio-tempo? O amor é uma coisa engraçada. Ele nos encontra nas circunstâncias mais incomuns, no momento mais improvável. O amor cai de surpresa em cima de você, joga os braços em sua volta e transforma toda a sua existência. Infelizmente, a maioria de nós não reconhece a experiência ou entende o impacto quando está acontecendo. Talvez porque o amor raramente surja nos lugares em que esperamos ou tenha a aparência que imaginamos.
 A diferença de idade é uma das principais preocupações, e pensamos que estamos prontos para o amor — e um para o outro. Pensamos que, porque queríamos e precisávamos um do outro, tudo sairia bem. Isso foi o que pensamos! 
Na realidade, ainda estamos confusos demais, carentes demais e com medo demais de não sermos bons o suficiente um para o outro. Todos os nossos "demais" eram coroados por um monte de outras questões que nós dois carregávamos — questões da infância, questões de identidade, ou qualquer outra questão que você possa imaginar. Passamos cinco anos juntos, botando nossas questões para fora — raiva, culpa, vergonha, medos relacionados ao amor e às fantasias amorosas — sem nos darmos conta do que estava acontecendo. Finalmente, essas questões caíram em cima de nossas cabeças. Estamos em pleno processo de aprendizagem. É isso o que normalmente acontece no processo de aprendizagem. Nele você terá uma série de experiências que podem ser dolorosas e avassaladoras, mas que acontecem para ajudar você a eliminar as falsas necessidades e tudo o que nos atrapalha no caminho em busca do amor. Livrar-se das coisas antigas é um trabalho pesado. É como a grande faxina, quando você tem que esvaziar os armários, organizar a bagunça, jogar coisas fora e arrumar a casa toda. No processo de aprendizagem, limpar, eliminar e descartar podem parecer desonestidade, infidelidade e traição às nossas coisas antigas. Não são! O que nos impede de ter uma experiência amorosa verdadeira e honesta são todas essas coisas às quais nos agarramos.Conforme o tempo for passando, você irá descobrindo respostas. Acreditando que cada uma é a resposta certa, irá incorporar comportamentos e crenças novas à sua vida. Quando algumas dessas crenças e comportamentos se mostrarem também um pouco fora do rumo, você irá encontrar novas crenças, parâmetros e condições para ajustar ao processo de dar e receber amor. Pode parecer cansativo e muitas vezes você vai sentir medo, desânimo e até raiva! Mas não há outro jeito, é esse o caminho para chegar à verdade sobre o amor que você deseja tão desesperadamente. A verdade é que o amor está dentro de você e que nenhum relacionamento com alguém pode desenterrá-lo e ativá-lo na sua vida.





Seja Lider!

LIDERANÇA E ESTRATÉGIA SÃO INSEPARÁVEIS

Muitos líderes não compreendem a ligação íntima e contínua entre liderança e estratégia. Esses dois aspectos, que fazem parte do trabalho dos líderes, já foram conectados, mas agora são vistos de forma separada. Hoje são os especialistas que aparecem para ajudar os administradores a analisar os negócios e a posicionar as empresas de forma a conquistar vantagens competitivas. A estratégia se tornou um trabalho de experts, um item confinado ao processo de planejamento anual. Nessa visão, uma vez que uma estratégia é identificada e os passos seguintes são definidos, o trabalho do estrategista chega ao fim. Tudo o que resta é a implementação do plano e a manutenção da vantagem competitiva sustentável que ele gerou. Ou pelo menos essa é a visão otimista do processo. Se as coisas fossem assim, o processo de bolar uma estratégia seria facilmente separável do dia a dia do administrador da empresa. Tudo o que um líder teria que fazer seria descobrir essa estratégia, ou contratar uma consultoria que o fizesse, e se assegurar de que se trata de um plano brilhante. O estrategista não precisaria se preocupar com a maneira como a organização passa de um estágio para outro – o grande desafio da execução – ou como capitalizar em cima do conhecimento adquirido nessa etapa.
Mas as coisas não são assim. O que foi esquecido é que a estratégia não é um destino nem uma solução. Não é um problema a ser resolvido. É uma jornada, e precisa de liderança permanente. Precisa de um estrategista.
Boas estratégias nunca são estáticas – assinadas, seladas e entregues. Por mais que tenham sido bem-concebidas ou bem- -executadas, qualquer estratégia colocada em prática por uma empresa hoje vai falhar em algum momento se a liderança a encarar como um produto finalizado. Sempre haverá aspectos do plano que precisam ser esclarecidos; incontáveis contingências, boas e ruins, que não podiam ser completamente antecipadas; e oportunidades para capitalizar o aprendizado que o negócio proporcionou ao longo do caminho. O estrategista é a pessoa que deve orientar esse processo contínuo, que deve observar, identificar, avaliar e decidir vezes sem conta. O estrategista é a pessoa que precisa declinar certas oportunidades e perseguir outras. Consultores e especialistas podem ajudar, assim como informações e pontos de vista de pessoas de todas as esferas da organização. Mas, no final das contas, é o estrategista que tem a responsabilidade de acertar a direção e fazer as escolhas diárias que irão aprimorá-la continuamente. É por isso que estratégia e liderança devem estar conectadas no mais alto posto da empresa. Todos os líderes – e não apenas os que estão reunidos no programa – precisam aceitar a estratégia como o centro de suas responsabilidades. 




sábado, 16 de dezembro de 2017

Solidão nos tempos de hoje!

É o tempo. Sempre urgente e implacável. Tempo que escraviza através das suas mais diversas exigências, e, ao mesmo tempo impõe o questionamento dos valores e da ética - frente a um mundo globalizado e sem fronteiras. 
Na contemporaneidade, a estetização do corpo passou a ser lei, pois dá ao individuo o sentimento de reconhecimento e pertença ao grupo, garantindo-lhe a sensação de um permanente estado de felicidade. As relações, após o surgimento da rede mundial de computadores (Internet), passaram a ser, também virtuais. Entretanto, de forma contraditória, a sociedade do final do século XX vive um paradoxo entre a globalização e o individualismo. É justamente neste espaço que a solidão se impõe.
 Na clínica, na música, na escultura, declamada em prosa e verso, projetada na tela do cinema, a solidão está presente nas mais diversas formas de expressão. Mais do que um estado ou um sentimento, a solidão está inscrita na história do homem . Na atualidade o homem vivencia a solidão de maneira complexa. Segundo Sennett (em Tanis, 2003 p.29): “Existe a solidão que transcende os termos do poder, baseada na ideia de que há diferença entre estar só e sentir-se só. Esta solidão é expressa na sensação de estar só entre muita gente...” A solidão assume um caráter polissêmico. Pode ser uma força necessária que possibilita a criação artística, também razão de sofrimento pelo seu caráter excludente. Para alguns teóricos, é imprescindível vivenciá-la, principalmente para que haja o reconhecimento do outro.
A clínica psicoterápica, enquanto espaço de escuta, é um dos lugares em que as múltiplas modalidades da solidão podem ser verbalizadas e trabalhadas abertamente, através da relação paciente-terapeuta.
 Os significados da solidão são modificados ao longo da história, e estão ligadas a mudanças subjetivas de cada época. Contudo, a solidão é inerente ao ser humano, desde seus primórdios. A história costuma lhe conceder diferentes sentidos que ora assumem, caráter positivo, ora, negativo, variando de acordo com os valores culturais, subjetivos de cada tempo.
Através dos meios de comunicação de massa, passa-nos a ideia da felicidade pela via da relação perfeita, idealizada. Os olhares dispensados aos indivíduos que, por opção ou contingência, vivem só, na grande maioria são “patologizantes” ou excludentes, por estarem estes sujeitos fora do grande circuito imposto pela mídia. 
Alguns sentimentos, como a solidão, despertam dificuldades ao vivê-los, assim como num determinado momento pode-se ter a sensação de mal-estar que invade e origina uma percepção de rejeição ou baixa autoestima e uma não apreensão do vazio existencial. Este artigo tem como objetivo abordar os temas da solidão e do vazio no cotidiano. A convivência social leva o homem a uma postura que nem sempre é a sua preferência. Muitas vezes, este homem se aliena de si mesmo o que pode acarretar um vazio e uma ideia de incapacidade para fazer algo de ativo sobre sua própria vida e sobre o ambiente em que vive.
O desejo pessoal parece estar subjugado diante da opinião pública. A convivência sobrepõe normas que desencadeiam a incapacidade de aceitá-las, produzindo uma angústia e apatia diante do querer particular. Surge a alienação, que é sinônimo de solidão e é uma característica do homem atual. O ficar só é assustador quando é sentido como um isolamento, o “medo da solidão” passa a ser uma ameaça quando essa não é concebida como um valor positivo. Percebe-se que a falta de convicção em relação ao que se deseja e o que sente diante de uma situação traumática podem gerar uma reação de procurar outras pessoas em busca de apoio e de orientação. O outro e a ausência dele têm um papel importante na existência.
 O homem contemporâneo sofre uma desesperança, que se apresenta por várias facetas de sofrimento. A ausência do Outro é um dos maiores fantasmas dessa realidade. Segundo Angerami-Camon: “A solidão é, assim, a configuração extremada da ausência do Outro. O Outro que se torna presente pela própria ausência configura em meu ser sua necessidade”.









Transtorno de ansiedade generalizada.

Ansiedade é um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.
A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente diversos do que se observa como norma naquela faixa etária e interferem com a qualidade de vida, o conforto emocional ou o desempenho diário do indivíduo. Tais reações exageradas ao estímulo ansiogênico se desenvolvem, mais comumente, em indivíduos com uma predisposição neurobiológica herdada.
A maneira prática de se diferenciar ansiedade normal de ansiedade patológica é basicamente avaliar se a reação ansiosa é de curta duração, autolimitada e relacionada ao estímulo do momento ou não.
Os transtornos ansiosos são quadros clínicos em que esses sintomas são primários, ou seja, não são derivados de outras condições psiquiátricas (depressões, psicoses, transtornos do desenvolvimento, transtorno hipercinético, etc.).
Sintomas ansiosos (e não os transtornos propriamente) são freqüentes em outros transtornos psiquiátricos. É uma ansiedade que se explica pelos sintomas do transtorno primário (exemplos: a ansiedade do início do surto esquizofrênico; o medo da separação dos pais numa criança com depressão maior) e não constitui um conjunto de sintomas que determina um transtorno ansioso típico (descritos a seguir).
Mas podem ocorrer casos em que vários transtornos estão presentes ao mesmo tempo e não se consegue identificar o que é primário e o que não é, sendo mais correto referir que esse paciente apresenta mais de um diagnóstico coexistente (comorbidade). Estima-se que cerca de metade das crianças com transtornos ansiosos tenham também outro transtorno ansioso.
Pelos sistemas classificatórios vigentes, o transtorno de ansiedade de separação foi o único transtorno mantido na seção específica da infância e adolescência. O transtorno de ansiedade excessiva da infância e o transtorno de evitação da infância (DSM-III-R8), passaram a ser referidos nas classificações atuais, respectivamente, como transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e fobia social.

Quais são os sintomas?
 O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é um transtorno de caráter crônico, pelo menos 6 meses de duração. Deve ocorrer uma incapacidade de controlar a ansiedade, que é reconhecida como desproporcional, e inespecífica, generalizada (critérios maiores, em negrito). 

Critérios diagnósticos para ansiedade: 

  • Ansiedade e preocupação excessiva, com diversas atividades
  • Dificuldade em controlar a preocupação
  • Inquietação ou sensação de nervos a flor da pele 
  • Fadigabilidade 
  • Alterações do sono (dificuldade em conciliar, manter ou insatisfação)
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  •  Incapacidade em relaxar
  • Dificuldade para se concentrar ou sensações de “brancos” na mente 


Outros sintomas freqüentes:

  • Tremores 
  • Cefaléia e dores pelo corpo
  •  Palpitações 
  •  Sudorese 
  • Tonturas 
  •  Ondas de calor ou frio 
  •  Falta de ar 
  •  Urgência miccional 
  •  Catastrofização 
  •  Alterações do apetite (aumento ou redução)
  •  Crises de ansiedade

Tratamento:

 A maioria dos casos necessita tanto o tratamento psicoterápico é constituído por uma abordagem multimodal, terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia dinâmica, uso de psicofármacos e intervenções familiares.
  Como o medicamentoso, com antidepressivos, eventualmente associados a ansiolíticos, os benzodiazepínicos, no início do tratamento. Por ser um transtorno muitas vezes crônico, as doses são maiores e por maiores períodos de tempo. 





sábado, 11 de novembro de 2017

Individualidade!!

Na psicologia, termos como subjetividade, individualidade, personalidade e identidade são comumente usados seja para se referir ao objeto de estudo dessa ciência, seja para designar processos e/ou resultados que compõem ou auxiliam na compreensão do objeto da ciência psicológica.
A universalidade refere-se às possibilidades construídas pelo gênero humano e que podem ser apropriadas pelo indivíduo, o que permite aos homens produzirem seus meios de satisfação das necessidades, apropriarem-se desses meios por eles produzidos e do conhecimento decorrente dessa atividade, tornando-os órgãos de sua individualidade, transformando-os em seu corpo inorgânico e em condição de sua existência.
A particularidade constitui as mediações que determinam a singularidade e a universalidade e concretizada na singularidade. O indivíduo (singular) apropria-se do corpo inorgânico e transforma-o numa possibilidade de se desenvolver plenamente (universalidade). Cada sociedade oferece condições materiais específicas para que os seus membros possam se desenvolver e essas condições se referem à particularidade.
 Assim, a subjetividade enquanto processo de constituição do psiquismo possibilita ao homem apropriar-se das produções da humanidade (universalidade), a partir de determinadas condições de vida (particularidade), que constituem indivíduos únicos (singularidades), mesmo quando compartilham a mesma particularidade.
Características naturais (herdadas biologicamente) como constituição física, modo de funcionamento do sistema nervoso, emoções, a dinâmica das necessidades biológicas, pertencem ao indivíduo e vão se singularizando e diferenciando-se de outros ao longo de seu desenvolvimento. Apesar da base inata, esses aspectos  se modificam nos e por meio dos processos de objetivação e apropriação da realidade – e assim sendo pela atividade do indivíduo – sendo produtos da integração da evolução biológica e ontológica.
A individualidade refere-se a essas características naturais que constituem todo o indivíduo e que servem de base para o desenvolvimento da singularidade e do psiquismo como um todo. 




Autopercepção!!

Autopercepção” refere-se à maneira pela qual as pessoas vem a compreender as suas próprias atitudes e crenças com base em seu comportamento em determinadas situações. É efetivamente um modelo de si mesmo a partir da perspectiva de um observador externo.
A teoria da autopercepção diferencia-se da teoria da dissonância cognitiva por não sustentar que as pessoas experienciam um "estado de motivação negativa" chamado "dissonância" quando buscam alívio. Ao invés disso, as pessoas simplesmente inferem suas atitudes a partir de seus próprios comportamentos da mesma maneira que um observador externo faria. Com isso a teoria da auto-percepção é um caso em especial da teoria da atribuição.
Se a teoria da dissonância cognitiva ou da auto-percepção é mais útil, é um tópico de controvérsia considerável e acompanhado de um grande corpo textual, sem um vencedor evidente. Existem algumas circunstâncias nas quais uma teoria é preferida em detrimento da outra, mas é tradicional o uso da terminologia da dissonância cognitiva como padrão.
O cerne do debate está na questão de que se a mudança está na maneira pela qual o indivíduo acredita que os outros irão julgá-lo ou se está na maneira pela qual o indivíduo julga a si mesmo, sem deixar ou deixando de ter em consideração os outros.

Se a teoria da dissonância cognitiva ou da auto-percepção é mais útil, é um tópico de controvérsia considerável e acompanhado de um grande corpo textual, sem um vencedor evidente. Existem algumas circunstâncias nas quais uma teoria é preferida em detrimento da outra, mas é tradicional o uso da terminologia da dissonância cognitiva como padrão.
O cerne do debate está na questão de que se a mudança está na maneira pela qual o indivíduo acredita que os outros irão julgá-lo ou se está na maneira pela qual o indivíduo julga a si mesmo, sem deixar ou deixando de ter em consideração os outros.