Não há aprendizagem sem abertura ter a mente aberta é ter escolhas. Respeitar o tempo de aprendizagem é um ato de amadurecimento. Ninguém aprende só mas em contato com o outro aceite e compartilhe experiencias e conhecimentos Escutar a si e os outros cria laços de cumplicidade não tenha medo de sentir o outro experiencias a liberdade de ousar o novo se una e partilhe a liberdade do aprendizado. Com liberdade e em conjunto crescemos e superamos as dificuldades somos o espaço que habitamos e o tempo que vivemos abra sua mente para o voar rumo ao novo e desconhecido abandone conceitos antigos e dance com a liberdade traga o velho para se unir ao novo e se torne único. Sem medo de se unir ao desconhecido caminhe e experiencie novos sentidos Se curve a o novo e a força que ele tem para mudar se alie com a força de um novo e evolua ninguém constrói caminhos para estar isolados encontrará outros menores e indefesos, traga para a viagem rumo a novas experiencias a liberdade para decidir e a responsabilidade. O rumo da viagem é fruto da maturidade e confiança do grupo. O grupo supera o indivíduo e amplia a aprendizagem.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma forma de psicoterapia que se baseia no conhecimento da psicologia. Ela abrange métodos específicos e não-específicos (com relação aos transtornos emocionais) e em conhecimento psicológico a respeito da maneira como seres humanos modificam seu comportamento, têm por fim uma melhora sistemática dos problemas tratados.
Terapia Cognitivo Comportamental
terça-feira, 14 de julho de 2015
Observando as dificuldades emocionais!!!!
O processo ocorre dessa
forma. Pessoas querendo garantir um bem-estar interno através do controle das coisas
externas. Trabalhando e se desgastando no sentido de poupar o trabalho e o desgaste
que uma suposta dificuldade poderia acarretar. Na dificuldade em conviver com a
incerteza, querendo a todo custo garantir uma certeza, mesmo que falsa, para se
tranquilizar.
Observo que, a medida que a pessoa se desenvolve e se torna
mais hábil em refletir, explorar e compreender o significado de suas ações, aos poucos,
ela vai se tornando mais independente dessa garantia e mais capaz de se arriscar e de
se aceitar errando, como qualquer ser humano erra. O seu referencial muda e ela passa
a contar mais com sua habilidade em resolver problemas e com sua disposição de
encará-los do que em tentar evitá-los. Não sei se ela se torna a pessoa mais conveniente
ou admirável aos olhos dos outros, mas ela vive mais plenamente. Ela se torna mais
inteira e mais real em suas ações. Mais capaz de seguir, reformular ou abrir mão do seu
mapa. Ela se torna mais flexível e capaz de se adaptar facilmente às situações novas.
“Aceitando mais os fatos, mesmo que eles sejam contrários a seus desejos”.
Em suma, o que tenho observado é que, por trás de quase toda
dificuldade emocional, por mais variada que ela seja, está uma luta do indivíduo para
manter uma posição, previamente estabelecida como sendo a melhor para ele, mesmo
sem considerar as condições em que ele vive no momento ou o significado daquela
posição. Uma luta para se sair bem aos olhos dos outros ou para corresponder a uma
suposta expectativa que os outros possam ter a seu respeito, negando com isso, seus
sentimentos e desejos ou sua própria condição humana, limitada e mutável. Observo
também que quanto mais o indivíduo é capaz de assumir diante de si mesmo e dos
outros, aquelas suas características, mais plena e criativa se torna sua vida. Mais livre de
ameaças e tensões ele se torna.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Intolerância - Uma atitude mental
Intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou
vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões.
Num sentido político e social, intolerância é a ausência de disposição para
aceitar pessoas com pontos-de-vista diferentes. Como um construto social, isto está
aberto a interpretação. Por exemplo, alguém pode definir intolerância como uma atitude
expressa, negativa ou hostil, em relação às opiniões de outrem, mesmo que nenhuma
ação seja tomada para suprimir tais opiniões divergentes ou calar aqueles que as têm.
Tolerância, por contraste, pode significar "discordar pacificamente".
A emoção é um
fator primário que diferencia intolerância de discordância respeitosa.
A intolerância está baseada no preconceito e pode levar à discriminação. Formas
comuns de intolerância incluem ações discriminatórias de controle social, como
racismo, sexismo, homofobia, homofascismo, heterossexismo, edaísmo (discriminação
por idade), intolerância religiosa e intolerância política. Todavia, não se limita a estas
formas: alguém pode ser intolerante a quaisquer idéias de qualquer pessoa.
Em sua forma cotidiana, a intolerância é uma atitude expressa através de
argumentação raivosa, menosprezando as pessoas por causa de seus pontos-de-vista ou
características físicas e/ou culturais, retratando algo negativamente devido aos próprios
preconceitos etc. Num nível mais extremo, pode levar à violência; em sua forma mais
severa, ao genocídio. Possivelmente, o exemplo mais infame na cultura ocidental seja o
Holocausto.
O colonialismo foi baseado em parte, na falta de tolerância para com
culturas diferentes daquela da metrópole.
É motivo de controvérsia a legitimidade de um governo em aplicar a força para
impedir aquilo que ele considera como incitamento ao ódio. Por exemplo, a Primeira
Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América permite tais manifestações
sem risco de ação criminal. Em países como Alemanha, França, Portugal e Brasil, as
pessoas podem ser processadas por tal atitude. Esta é uma questão sobre quanta
intolerância um governo deve aceitar e como ele decide o que constitui uma
manifestação de intolerância.
Enquanto prossegue o debate sobre o que fazer com a intolerância alheia, algo
que freqüentemente ignora-se é como reconhecer e lidar com a nossa própria
intolerância.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Da idealização à desilusão.
A manutenção das idealizações do outro, mesmo quando se depara com uma realidade que não lhe corresponde, leva os parceiros a serem prisioneiros de seus próprios desejos não realizados. Começa a surgir entre eles uma desconfiança mutua, com o sentimento de que foram traídos, enganados. Instala-se uma confusão, as vezes não percebida, a respeito da própria identidade e da identidade do parceiro.
Ambos se sentem perdidos, pois a base sobre a qual a relação se fez não suporta a realidade diante da qual aqueles indivíduos se encontraram. Essa realidade que se impõe não atende aquele projeto grandioso e fantasioso construído pela paixão.
Os cônjuges passam então a viver outra fase do seu relacionamento, que é marcada pelo sentimento de decepção.
E nessa fase de decepção, encontramos muita esperança, esse sentimento poderá mobilizar o casal do caminho do reencontro, possibilitando a cada um, através da ajuda do outro e o amadurecimento da vivencia conjugal.
Felicidade, o que é isso?
Nós, os psicólogos, acreditamos que a felicidade é um estado ótimo de equilíbrio entre as necessidade psicoemocionais e orgânicas do individuo e as possibilidades de satisfação que o meio ambiente oferece. E a pratica clinica indica que estamos certos. Assim, a felicidade é um estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o meio ambiente que o circunda e abriga , Um estado, portanto, possível a todo momento...
Ao contrario as manifestações de incomodo, se tornadas cronicas por estados prolongados de tensão, geram distúrbios, e estes distúrbios, por assim dizer, ocorrem em quatro áreas básicas da atividade humana. Provocando, por consequência, quatro tipos básicos de problemas, todos de base emocional: orgânicos, afetivos, intelectuais e interpessoais.
Em consequência manifestando-se crescentes dificuldades de relacionamento com outras pessoas, em excessiva timidez, em falta de afirmatividade no desempenho de atividades profissionais ou sociais, na agressão discriminada e aparentemente sem motivo, na falta de percepção dos seus próprios limites nas situações de convívio, em maneiras de perseguição ou na extrema sensibilidade a criticas, mesmo as verdadeiramente fundamentadas e expostas de forma franca.
sábado, 4 de abril de 2015
Psicologia do Sexo.
Três instintos básicos dirigem
a conduta das pessoas: o de conservação, que ajuda a manter a vida; o social,
que facilita o relacionamento com outros seres, e o sexual, que assegura
a preservação da espécie. Os dois primeiros são aceitos com unanimidade por
todos os Grupos sociais como necessidades vitais. Sobre o terceiro pairam
dúvidas. E dúvidas que geram medo. E esses medos trazem repressão. Em síntese,
é esse então o fio condutor da influência social sobre a vida sexual das pessoas.
São enormes as diferenças de
percepção da sexualidade entre os muitos clãs, tribos, sociedades e nações que
hoje constituem o planeta. Contudo, salvo poucos grupos que vivem quase
totalmente isolados nas selvas amazônicas ou de Papua Nova Guiné, o comportamento
sexual humano encontra-se sob os desígnios dogmáticos da moral religiosa ou
sofre sua influência. Mais além do instinto natural transmitido geneticamente,
a influência do contexto acaba modificando, desviando essas normas naturais a
fim de reprimi-las. E é a moral que infunde regras sustentadas pelo medo, pelo
conservadorismo e pelos castigos; ela penetra na mente e desenvolve dezenas de
barreiras, desde o início da vida até a maturidade. Viver a sexualidade de maneira
sadia a partir dessas premissas implica em se permitir trocar e variar de jogos
eróticos, sem que isso resulte sempre em uma prova traumática que obrigue a um
processo interior para superar essa barreira de contenção. É algo mais
espontâneo e livre. Em algumas fases, o que mais estimula é olhar; em outras, o
desejo é se deixar levar pelas sensações da submissão; em outras, ao contrário,
o que mais apetece é mostrar o corpo desnudo, exibir-se sem pudor, ou ver filmes
eróticos para atingir o limite da excitação. Tudo depende, então, da situação e
do estado de ânimo.
As práticas explicadas neste
livro são cotidianas e muito mais próximas do que opressão tenta fazer parecer.
Mesmo na intimidade mais profunda, aquela que não se confessa e da qual
às vezes nem se tem consciência, porque só é sentida, todos já experimentamos
satisfação em situações que consideramos marginais: olhar um corpo nu através de
uma janela indiscreta, mostrar o próprio corpo na praia e sentir-se desejada,
querer ser a protagonista daquele filme em que a mulher, atada por pés e
mãos, desfruta do gelo que molha seus lábios, ou desejar ter o controle da
situação para que o amante faça tudo que se lhe pede. Esses desejos reprimidos
e bloqueados pelo sentimento de culpa são o melhor aval para compreender que se
trata de reações naturais e estimulantes do sexo, como outras tantas. Essas
vontades convivem diariamente conosco, embora nos encarreguemos de tapá-las, de
passá-las para o lado obscuro da mente, esse espaço interior reservado ao
inconfessável.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Algumas pertubações sexuais masculinas e femininas!!!
Perturbações do desejo sexual
• Perturbação do desejo sexual hipoativo: falta ou ausência de fantasias sexuais e desejo de atividade sexual. Normalmente, nota-se que a pessoa tem pensamentos, desejos e impulsos sexuais de forma menos frequente e que não (ou raramente) aproveita as oportunidades de ter atividade sexual. Normalmente, causa acentuado mal-estar ou dificuldade interpessoal.
• Aversão Sexual: caracteriza-se por uma resposta muito negativa à atividade sexual. Na maioria das vezes envolve reações de ansiedade, medo ou nojo/repulsa em relação à atividade sexual. Como consequência, a pessoa com este tipo de reação evita a atividade sexual. A aversão pode ocorrer em relação a qualquer tipo de actividade sexual (pode ser generalizada a todos os estímulos sexuais, incluindo beijar e tocar). É mais frequente nas mulheres.
Perturbações da excitação sexual
• Disfunção erétil no homem (impotência): incapacidade persistente ou recorrente de ter ou manter uma ereção adequada até completar a atividade sexual. Existem vários padrões: sujeitos que relatam uma incapacidade de obter qualquer ereção desde a primeira experiência sexual; sujeitos que têm uma ereção adequada e perdem-na quando tentam a penetração; sujeitos que têm uma ereção suficientemente firme para a penetração, mas que a perdem antes ou depois de iniciar os movimentos sexuais; alguns homens relatam que são capazes de ter uma ereção com a masturbação ou ao acordar.
• Perturbação da excitação sexual na mulher: incapacidade persistente ou recorrente para atingir ou manter o estado de excitação (a nível fisiológico) até completar a atividade sexual. Mulheres com esta perturbação experienciam pouca ou nenhuma ativação subjetiva.
Perturbações do orgasmo
• Perturbação do orgasmo na mulher: atraso persistente ou recorrente, ou ausência de orgasmo a seguir a uma fase de excitação sexual normal.
• Perturbação do orgasmo no homem: atraso persistente ou recorrente, ou ausência de orgasmo a seguir a uma fase de excitação sexual normal.
• Ejaculação precoce: início persistente e recorrente do orgasmo e ejaculação com estimulação sexual mínima, antes, durante ou imediatamente após a penetração e antes que a pessoa o deseje.
Perturbações de dor sexual
• Dispareunia: dor genital que se associa à atividade sexual. É mais habitual que ocorra durante a penetração, no entanto também pode ocorrer antes ou depois da atividade sexual.
• Vaginismo: contração involuntária, recorrente ou persistente do terço externo da vagina quando se tenta a penetração vaginal com o pénis, dedo, tampão ou espéculo.
• Perturbação do desejo sexual hipoativo: falta ou ausência de fantasias sexuais e desejo de atividade sexual. Normalmente, nota-se que a pessoa tem pensamentos, desejos e impulsos sexuais de forma menos frequente e que não (ou raramente) aproveita as oportunidades de ter atividade sexual. Normalmente, causa acentuado mal-estar ou dificuldade interpessoal.
• Aversão Sexual: caracteriza-se por uma resposta muito negativa à atividade sexual. Na maioria das vezes envolve reações de ansiedade, medo ou nojo/repulsa em relação à atividade sexual. Como consequência, a pessoa com este tipo de reação evita a atividade sexual. A aversão pode ocorrer em relação a qualquer tipo de actividade sexual (pode ser generalizada a todos os estímulos sexuais, incluindo beijar e tocar). É mais frequente nas mulheres.
Perturbações da excitação sexual
• Disfunção erétil no homem (impotência): incapacidade persistente ou recorrente de ter ou manter uma ereção adequada até completar a atividade sexual. Existem vários padrões: sujeitos que relatam uma incapacidade de obter qualquer ereção desde a primeira experiência sexual; sujeitos que têm uma ereção adequada e perdem-na quando tentam a penetração; sujeitos que têm uma ereção suficientemente firme para a penetração, mas que a perdem antes ou depois de iniciar os movimentos sexuais; alguns homens relatam que são capazes de ter uma ereção com a masturbação ou ao acordar.
• Perturbação da excitação sexual na mulher: incapacidade persistente ou recorrente para atingir ou manter o estado de excitação (a nível fisiológico) até completar a atividade sexual. Mulheres com esta perturbação experienciam pouca ou nenhuma ativação subjetiva.
Perturbações do orgasmo
• Perturbação do orgasmo na mulher: atraso persistente ou recorrente, ou ausência de orgasmo a seguir a uma fase de excitação sexual normal.
• Perturbação do orgasmo no homem: atraso persistente ou recorrente, ou ausência de orgasmo a seguir a uma fase de excitação sexual normal.
• Ejaculação precoce: início persistente e recorrente do orgasmo e ejaculação com estimulação sexual mínima, antes, durante ou imediatamente após a penetração e antes que a pessoa o deseje.
Perturbações de dor sexual
• Dispareunia: dor genital que se associa à atividade sexual. É mais habitual que ocorra durante a penetração, no entanto também pode ocorrer antes ou depois da atividade sexual.
• Vaginismo: contração involuntária, recorrente ou persistente do terço externo da vagina quando se tenta a penetração vaginal com o pénis, dedo, tampão ou espéculo.
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