quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Diferenças comportamentais entre homens e mulheres.



Quando somos crianças nosso corpo pareça não ter diferença de menino para menina;a única diferença que percebemos nessa idade são os órgãos genitais,que na maioria das vezes chamamos por outros nomes.
Chega a adolescência e logo começa as mudanças por causa dos hormônios que vai transformando o corpo do menino e da menina.
Tem muitas diferenças e começamos pelo cerebro:


Existe um feixe de fibras nervosas que liga os dois hemisférios do cérebro. Este feixe foi considerado a chave do desenvolvimento intelectual. Há estudos que mostram que é maior nas mulheres; razão pela qual o lado direito emotivo do cérebro delas está em maior contacto com o lado esquerdo analítico. Desta forma, as mulheres parecem ter mais ligações entre os dois hemisférios e, em determinadas regiões cerebrais, têm uma maior densidade de neurónios. Assim, para desempenhar certas tarefas, as mulheres usam, tendencialmente, mais partes do cérebro (o que explica a melhor recuperação de uma trombose nas mulheres, visto que as partes saudáveis compensam as lesadas). estados de espírito de angústia e tristeza. as suas preocupações e seguir em frente. Algumas experiências mostram que as bebés, quando confrontadas com o fracasso, tendem a desistir e a chorar com facilidade, enquanto os bebés se mostram irritados e persistem, de acordo com Sandra Witelson. O que ainda não se sabe é se esses padrões comportamentais persistem na idade adulta. Em relação ao tamanho, há também desigualdades: o cérebro masculino é 10% maior do que o feminino. No entanto, o tamanho não é sinónimo de melhor desempenho intelectual, visto que homens e mulheres obtêm resultados semelhantes nos testes de QI.
Já os homens pensam com regiões mais concentradas do cérebro na generalidade das tarefas que executam, quer seja na resolução de problemas matemáticos, na leitura de livros ou na vivência de
Com base no supra-referido, compreende-se que haja diferenças no modo de lidar com as emoções. No geral, as mulheres são mais capazes de verbalizar as suas emoções; os homens tendem a isolar.
Estudos revelam que os homens têm uma probabilidade ligeiramente superior de dizer coisas sem pensar nas consequências. O cérebro de uma mulher é mais interligado e mais indicado para o tipo de diplomacia cautelosa.
O cérebro das meninas atinge a maturidade aos onze anos, enquanto o dos meninos amadurece três anos mais tarde, como provam os estudos de Giedd. Especificamente, algumas das regiões envolvidas no raciocínio mecânico, concentração visual e raciocínio espacial parecem amadurecer quatro a oito anos mais cedo nos rapazes. As partes que controlam a fluência verbal, a escrita e o reconhecimento de rostos familiares amadurecem vários anos mais cedo nas meninas.
Motivação feminina em um universo masculino: 

Observando o dia-a-dia o comportamento de homens e mulheres podemos perceber as diferenças significativas dos fatores de motivação de cada sexo. Existem histórias que refletem bem estas diferenças. uma mulher super disposta e motivada para fazer compras no shopping.No lado oposto, um homem com uma indisposição enorme para este tipo de atividade. Estas diferenças comportamentais do universo masculino e feminino refletem na forma de motivação tanto do homem quanto da mulher. Portanto, além da individualidade, devemos considerar também as diferenças e hábitos comportamentais de cada sexo. Não se motiva uma mulher da mesma forma que se motiva os homens.


domingo, 11 de janeiro de 2015

Vínculo conjugal e na abordagem do casal.

O casamento pode ser considerado uma circunstância de vida que precipita o aparecimento e a possibilidade de se perceber melhor a manifestação dos complexos, dada toda a intimidade física e psíquica que esta situação propicia.
Na fase de decepção do relacionamento amoroso, em que a idealização do outro cai por terra , mas os parceiros ainda tem esperança de restaurar os sonhos do casamento perfeito, encontramos nos casais, de forma mais explicita, a projeção de conteúdos de complexos dirigidos ao parceiro.
uma vez que os conflitos intrapsíquicos inconscientes são substituídos por conflitos interpessoais, o caminho para o confronto com material sombrio projetado torna-se mais acessível.
Isso ocorre porque o caminho natural da projeção dos complexos se esgotou na fase da paixão, ou seja, já se cumpriu a função criativa desse estado psíquico, que foi aproximar o conteúdo inconsciente da consciência, através da figura do outro.


Complexos na terapia de casal.

Diante de um casal, o que mais nos mobiliza é seu sofrimento, o seu desejo de acertar. Cada casal é único, e, portanto, as hipóteses teóricas sobre suas dificuldades devem ser construídas junto com o processo da terapia, apenas e tão somente como um dos vários caminhos possíveis.
Como qualquer procedimento em psicoterapia, a empatia do terapeuta em relação às suas "brigas" é fundamental. 
O terapeuta deve uma aliança com o casal, deve ter esse casal internalizado para que possa fazer intervenções empáticas no nível das defesas conjugais complementares. Numa atitude contratransferencial, experimentamos nas sessões emoções distantes da vida consciente do casal, e que devem ser postas a serviço do tratamento, muitas vezes explicitamente.
A natureza dos conflitos, a condição psicológica dos parceiros, a relação com o terapeuta, os diferentes momentos da terapia, e até mesmo o tipo psicológico dos mesmos são elementos que devem ser levados em consideração quanto à forma de intervir.



domingo, 5 de outubro de 2014

Alguns aspectos do tratamento psicoterápico para indivíduos impotente.

Dentre as semelhanças entre as psicoterapias e outros procedimentos médicos, destacou:


  • a utilização das mesmas técnicas de abordagem utilizadas por outras áreas médica;
  • a importância capital da individualidade da relação para o êxito do tratamento;
  • a troca e transformação de informações entre o individuo e o meei, como característica básica constituinte dessa relação;
  • a possibilidade de identificação e elucidação de "leis de comportamento";
  • a percepção compartilhada de um efeito generalizador e amplificador decorrente de pequenas mudanças
  • agravamento potencial do quadro inicial quando mal indicadas e/ou conduzidas.

Enfatizando outros tratamentos: prioriza a mente; opera também no plano simbólico (e, portanto, para além do referencial químico, biológico e sensorial). constitui-se a partir de uma experiência afetiva, associada a um aprendizado cognitivo e ajuste decorrente do comportamento; quando bem conduzida, atinge o todo da personalidade, em sua abrangência biopsicossocial; favorece o desenvolvimento da autonomia e das potencialidades.


Fofoca: parte 2.

Vamos resumir o que é fofoca?!
É a informação ou o comentário tendencioso sobre um terceiro ausente. O tendencioso da noticia de dois modos distintos, mas complementares:
 a fala
o acompanhamento expressivo
A fala, por sua vez pode ser decomposta em:
- transmissão alterada de noticia
- interpretação tendenciosa dos motivos
A noticia ao passar de pessoa a pessoa, vai sofrendo alterações e/ou acréscimos que a modificam.
Mais importante, porém, do que essa modificação na noticia, é a interpretação que o fofoqueiro faz das ações ou ditos de sua vitima. Os tratados não dão enfase suficiente a este fato limitando-se ao primeiro.
As intenções na interpretação são as piores ações e ditos do fofoqueiro.


domingo, 28 de setembro de 2014

Por que fazer terapia?

Quando o indivíduo encontra uma barreira que torna mais difícil para ele conseguir a completa realização de si mesmo, formam-se áreas de resistência, atrito e tensão. Estes pontos de atrito e tensão, se surgidos repetidamente - e geralmente é assim que se dá, com os organismo sofrendo mais ou menos as mesmas frustrações e impedimentos durante toda a vida, muito mais rapidamente instalam-se. ali, bloqueios que distorcem a percepção da realidade ou a compreensão das manifestações interiores e sentimentos do próprio indivíduo.
A energia necessita corre: se ela encontra ligeiros bloqueios, ela os contorna e mantém o seus curso. Se é constantemente desviada e represada,entretanto, conduz o indivíduo a comportamentos inadequados ou inexplicáveis.
Assim, o processo de ajuda terapeutica atua principalmente na remoção destes bloqueios mais severos, facilitando ao indivíduo o fortalecimento de sua capacidade perceptiva e compreensiva e permitindo-lhe a tomada de decisões com um grau de clareza e adequação até então nunca sentido.



O falar sozinho e a fofoca de dentro!!!

O que chamamos nosso pensamento é uma coisa complicada e misturada. O exame desse pensamento, que brota sozinho, o tempo todo, mostra que ele é feito em boa parte de desejos e temores vagos. 
Cada desejo liga-se à fofoca no seguinte sentido: se fôssemos fazer o que imaginamos, na certa falariam de nós. 
Pior do que isso, se descobrissem o que estamos pensando, isto é, se suspeitassem de nossas intenções secretas, certamente nos condenariam criminosos ou ridículos, nos perseguiriam com a rádio-patrulha ou com sorrisos de desprezo.
Que fazemos nós - que faz o nosso EU -  diante destas idas e vindas inteiros produzidas pelos anseios e medos? Nosso EU procura justificar-se, dizer que aquele pensamento não é bem dele, que aquilo é uma bobagem, que ele jamais pensaria em fazer uma coisa destas, que nunca teve a intenção (que está tendo).
A fofoca é trágica. Ela é o principal instrumento e motivo de toda autocensura, de toda autocastração, de toda a irrealização pessoal.